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5 benefícios da assessoria jurídica em empresas

A assessoria jurídica é fundamental para garantir segurança nas decisões empresariais, evitar riscos legais e contribuir para o crescimento sustentável do negócio.

O empresário de sucesso não pode perder tempo com questões que demandam energia e exigem extrema capacidade técnica, como é o caso das relações jurídicas existentes na sociedade.

O Direito Corporativo surge para atender – e prevenir – as demandas habituais de uma empresa. Mas afinal, você sabe quais são os benefícios que resultam da Assessoria Jurídica em Empresa e como isso contribui para solidez no segmento?

Separamos os 5 principais benefícios para você! Mas calma, embora fundamentais e necessários, reservamos publicações especiais que tratam apenas deles.

1. Segurança em contratar e ser contratado

    Iniciando o conteúdo sobre os 5 Principais Benefícios da Advocacia em Empresas, o primeiro deles, na visão do advogado especialista, Dr. Luiz Felipe de Lima Rodelli, é a Segurança em Contratar e ser Contratado.

    Isso porque, “uma empresa que divulga e, efetivamente está amparada por Advogado, adota constantes práticas de due diligence em atos negociais para avaliação e mitigação de riscos que eventualmente decorram do contrato”, explica o advogado .

    Assim, ainda completa, “é possível estar seguro de boas contratações e, sobretudo, ter um sono tranquilo, sem aquela incessante dúvida dos reflexos jurídicos do ato tomado.”

    Ora, o empresário(a) de sucesso não pode perder tempo com questões que demandam energia e exigem extrema capacidade técnica, como é o caso das relações jurídicas existentes na sociedade.

    Em tempos de crise, a assessoria jurídica se torna ainda mais necessária em vários aspectos, a exemplo, a recuperação de crédito, a reestruturação do negócio, à novação das dívidas, estratégias como recuperação judicial, compliance, contratos, admissão e demissão de funcionários, e tantas outras questões que demandam um profissional da área jurídica e que trazem grandes benefícios à empresa.

    Segundo o art. 1º, inciso II, da Lei 8.906/94, assessoria jurídica é a modalidade de atividade jurídica, privativa de advogado, prestada em caráter habitual, continuo e indiscriminadamente, ao empresário (individual, sociedade empresária, EIRELI ou Microempreendedor Individual), sugestivamente focada na prevenção dos riscos e percepção de benefícios legais.

    Todos os anos em seus orçamentos, a palavra de ordem é aumentar a margem de lucro e reduzir a de custos, por meio de projetos internos e externos que refletem de maneira decisiva nos resultados da Empresa.

    Sob tal contexto, investir em assessoria jurídica pode trazer grandes benefícios aos negócios, dentre os quais, identificar a melhor maneira de agir frente a determinada situação.

    2. Saúde empresarial resultante da assessoria jurídica corporativa

    Sem um planejamento eficiente, o risco de falência por atraso de pagamentos, como salários dos funcionários, encargos, tributos, aluguel e fornecedores, torna-se alto e, cada vez mais, real.

    Aí está, portanto, a preocupação com a Saúde Empresarial, a qual é indispensável à manutenção do negócio e que compõe um dos 5 benefícios da Assessoria Jurídica em Empresas.

    Contudo, a saúde empresarial não diz respeito somente a um bom fluxo de caixa. “É importante trabalhar e entender, igualmente, os indicadores que avaliam a harmonia entre produtividade e aproveitamento do negócio”, explica o advogado Luiz Felipe de Lima Rodelli.

    Eis o porquê uma boa e competente assessoria jurídica no ramo pode atuar na salvaguarda de empresas que lutam para manter sua vitalidade empresarial.

    3. Gerando novos negócios a partir da assessoria jurídica

    Sequencialmente, sem dúvidas a geração de novos negócios está, na visão dos contratantes, entre o mais atrativo dos ganhos.

    Afinal, é essencial para o crescimento de toda organização financeira manter-se constante na busca de novos negócios.

    É nesse contexto que a assessoria jurídica bem estruturada, alinhada à missão e aos valores da empresa, pode contribuir para tornar o objetivo possível.

    Ora, a medida em que se tem acréscimo de confiabilidade nas relações contratuais, é natural que o engajamento de stakeholders acompanhem tal progressão, criando a oportunidade perfeita para conversão de negócios.

    4. Redução e prevenção de riscos corporativos

    Certamente você já ouviu a máxima que é melhor prevenir a remediar. No entanto, o que talvez seja desconhecido, é que ela igualmente se estende para a assessoria e consultoria jurídica em empresas.

    Isso porque, o advogado é o investimento basilar para manter em alerta a empresa quando se põem em voga riscos corporativos.

    Assim, a Redução e Prevenção de Riscos Corporativos funda-se na máxima mencionada acima, uma vez que muitas vezes na ausência da orientação certa, remediar torna-se excessivamente oneroso, quando não ineficaz pelo próprio contexto fático.

    E aí, não vale a pena correr o risco, não é mesmo?

    5. Fortalecimento da governança corporativa

    Por fim, a assessoria jurídica exerce um papel estratégico no fortalecimento da governança corporativa, ao ajudar a empresa a se estruturar com base em valores sólidos e boas práticas administrativas. Por meio do suporte técnico especializado, o jurídico auxilia na criação de normas internas, políticas de conduta, cláusulas societárias e mecanismos de controle que garantem maior previsibilidade nas relações internas e externas.

    A presença de um corpo jurídico ativo também assegura que os quatro pilares da governança — equidade, transparência, prestação de contas e responsabilidade corporativa — sejam respeitados no dia a dia empresarial. Isso significa zelar pela isonomia entre sócios e colaboradores, garantir o acesso a informações relevantes, prestar contas de maneira clara e responsável e orientar as decisões de forma ética e sustentável.

    Além disso, o assessoramento jurídico permite à empresa antecipar-se a riscos, mitigar conflitos e criar um ambiente de negócios mais estável e confiável, tanto para o mercado quanto para investidores e órgãos fiscalizadores. Com isso, a autoridade corporativa não se constrói apenas com base em discursos institucionais, mas sim na prática efetiva de governança responsável — e é justamente aí que o jurídico se torna um aliado indispensável.

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